Deve os cristãos guardar um dia de descanso?

 

      Sou uma pessoa que vivo em busca da verdade, sobre todos os aspectos, acho que o mais importante sim, e amar as pessoas serem compreensivos com elas e sua historia, enfim, viver em paz uns com os outros, mais acredito também que em algum lugar existe um povo de deus organizado, acredito que exista uma religião só. com a verdade, assim como só existia uma arca para salvação daqueles que tinha Fe, bem neste meu estudo venho aqui procurar a verdade sobre a guarda dos sábado, tenho muita admiração por muitos palestrante da adventista que e uma religião que fala muito sobre o quanto e importante ainda hoje esta guarda do sábado literalmente falando. Estive a pouco lendo um livro deles alias mais um livro deles, este especialmente fala sobre o sábado, o nome do livro e (assim diz o senhor). Este livro foi mim foi emprestado por um conhecido e quem sabe amigo do qual chama de Apolo, do qual tenho muita admiração pela forma não preconceituosa que ele mim escuta independente de minha visão espiritual. E acredito que nos dois desta forma colocamos em pratica o que e mais importante como falei, a compreensão de um pelo outro tentando entender os pontos de vista, bem vamos lar a minha pesquisa.

Deve os cristãos guardar um dia de descanso?

Li em um artigo nesta minha pesquisa que O MÊS de junho fora excepcionalmente chuvoso. Por isso, quebrou-se uma antiqüíssima tradição durante o campeonato de tênis de Wimbledon, na Inglaterra, em 1991. Pela primeira vez na história, jogos foram realizados no domingo, para recuperar o tempo perdido. Fora uma ocasional alteração das regras, como neste caso, o domingo continua a ser um sagrado dia de descanso na Inglaterra, bem como em muitos outros países.

Alguns guardam um dia de descanso diferente. Os judeus, em todo o mundo, guardam estritamente o sábado, do pôr-do-sol de sexta-feira ao pôr-do-sol de sábado. Durante o sábado, os aviões da linha aérea de Israel não voam, e, em certas cidades, os transportes públicos não operam. Em Jerusalém, os tradicionalistas providenciam o fechamento de certas ruas, para impedir todo o trânsito que consideram ilícito no sábado.

Guardarem muitas religiões ainda um dia semanal de descanso, ou um sábado, suscita diversas perguntas. É a guarda do sábado apenas para os judeus? Por que passou a maioria das religiões da cristandade a adotar um dia de descanso diferente? Continua a guarda dum dia de descanso semanal a ser um requisito bíblico para os nossos dias?

Houve sempre um sábado?

Encontramos a primeira menção bíblica dum sábado no livro de Êxodo. Enquanto os israelitas estavam no deserto, recebiam o maná, um alimento milagroso, suprido por Jeová. Todo sexto dia da semana eles deviam ajuntar uma porção dupla dele, porque o sétimo dia devia ser “um sábado para Jeová”, durante o qual se proibia todo o trabalho. Para você não se dar ao trabalho de procurar na bíblia eu copiei aqui os textos que estão escrito, porem aconselho que você confirme na sua própria bíblia se realmente e isso que tem. — Êxodo 16:4, 5, 22-25

 

 

 

 

 

 

(Êxodo 16:4-5) 4 Jeová disse então a Moisés: “Eis que faço chover pão para vós desde os céus; e o povo tem de sair e cada um tem de apanhar a sua porção, dia a dia, a fim de que eu os ponha à prova quanto a se andarão na minha lei ou não. 5 E tem de dar-se, no sexto dia, que eles têm de preparar o que colherem, e isso têm de mostrar ser o dobro do que apanham dia a dia.”

 

(Êxodo 16:22-25) 22 E sucedeu no sexto dia que apanharam duas vezes tanto pão, dois gômores para uma só pessoa. Vieram assim todos os maiorais da assembléia e o comunicaram a Moisés. 23 Portanto, ele lhes disse: “É o que Jeová falou. Amanhã haverá a observância sabática dum santo sábado para Jeová. O que puderdes cozer [ao forno], cozei, e o que puderdes cozinhar [em água], cozinhai, e tudo o que sobrar guardai para vós como algo a ser guardado até à manhã.” 24 Concordemente, guardaram-no até à manhã, como Moisés mandara; e não cheirou mal, nem se criaram nele gusanos. 25 Moisés disse então: “Comei-o hoje, porque hoje é um sábado para Jeová. Hoje não o encontrareis no campo.

 

Além disso, os israelitas receberam o sábado para lembrar-se de que haviam sido escravos na terra do Egito. Este lembrete teria tido pouca significância se antes tivessem guardado uma lei assim. Portanto, a regulamentação do sábado foi dada apenas a Israel. — Deuteronômio 5:2, 3, 12-15.

 

(Deuteronômio 5:2-3)... Jeová, nosso Deus, concluiu conosco um pacto em Horebe. 3 Não foi com os nossos antepassados que Jeová concluiu este pacto, mas conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos.

 

(Deuteronômio 5:12-15) 12 “‘Guardando o dia de sábado para o manteres sagrado, assim como Jeová, teu Deus, te mandou, 13 deves prestar serviço e tens de fazer toda a tua obra por seis dias. 14 Mas o sétimo dia é um sábado para Jeová, teu Deus. Não deves fazer nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu escravo, nem tua escrava, nem teu touro, nem teu jumento, nem qualquer animal doméstico teu, nem teu residente forasteiro que está dentro dos teus portões, a fim de que teu escravo e tua escrava descansem como tu. 15 E tens de lembrar-te de que te tornaste escravo na terra do Egito e que Jeová, teu Deus, passou a fazer-te sair de lá com mão forte e braço estendido. É por isso que Jeová, teu Deus, te mandou observar o dia de sábado.

Práticas meticulosas e opressivas

Agora veja como e perigoso quando nos seres humanos vamos ao outro oposto sobre as leis de deus exagerando em tudo que fazem referente sobre essa lei. Por exemplo, Visto que a Lei mosaica não entrava em muitos detalhes a respeito do sábado, os rabinos, no decorrer dos séculos, estabeleceram muitos interditos, proibindo principalmente todas as formas de trabalho no sábado. Segundo a Míxena, o trabalho proibido foi agrupado em 39 categorias principais, tais como costura, escrita e lavoura. Muitos destes regulamentos não se baseiam na Bíblia. Citando a Míxena, a Enciclopédia Judaica admite que estes são como “montes pendurados por um fio de cabelo, porque há pouca menção do assunto nas Escrituras, mas as regras são muitas”.

 

 

 

 

Para aplicar o mandamento de que “ninguém saia do seu lugar no sétimo dia”, determinou-se uma distância máxima, e esta foi chamada de “limite sabático”. Segundo certas fontes, correspondia a dois mil côvados, ou cerca de 900 metros.

 

(Êxodo 16:29) . . .Notai o fato de que Jeová vos deu o sábado. É por isso que ele vos dá no sexto dia o pão para dois dias. Ficai sentados, cada um no seu próprio lugar. Ninguém “saia do seu lugar no sétimo dia.”

No entanto, esta regulamentação podia ser sutilmente contornada: na noitinha anterior, as refeições de sábado podiam ser colocadas a uma distância de dois mil côvados da casa. Este lugar podia então ser considerado como extensão da casa da família, e, partindo deste ponto, podiam ser contados mais dois mil côvados.

Muitas destas restrições inventadas por homens vigoravam nos dias de Jesus. Assim, líderes religiosos censuraram os discípulos dele por arrancar espigas para comer ao atravessarem campos de cereais. Foram acusados de violar o sábado — arrancar espigas era considerado colheita, e esfregá-las eram considerados moagem ou trituração. Em diversas ocasiões Jesus denunciou os conceitos extremistas deles, porque deturpavam o espírito da lei de Jeová. — Mateus 12:1-8; Lucas 13:10-17; 14:1-6; João 5:1-16; 9:1-16.

 

(Mateus 12:1-8) 12 Naquela época, Jesus passou pelas searas, no sábado. Seus discípulos ficaram com fome e principiaram a arrancar espigas e a comer. 2 Vendo isso, os fariseus disseram-lhe: “Eis que teus discípulos estão fazendo o que não é lícito fazer no sábado.” 3 Ele lhes disse: “Não lestes o que Davi fez quando ele e seus homens ficaram com fome? 4 Como entrou na casa de Deus, e comeram os pães da apresentação, algo que não lhe era lícito comer, nem aos que estavam com ele, mas apenas aos sacerdotes? 5 Ou, não lestes na Lei que os sacerdotes no templo, nos sábados, não tratam o sábado como sagrado e permanecem sem culpa? 6 Mas eu vos digo que algo maior do que o templo está aqui. 7 No entanto, se tivésseis entendido o que significa: ‘Misericórdia quero, e não sacrifício’, não teríeis condenado os inocentes. 8 Porque Senhor do sábado é o que é o Filho do homem.”

 

(Lucas 13:10-17) 10 Ele estava então ensinando numa das sinagogas, no sábado. 11 E eis uma mulher com um espírito de fraqueza, já por dezoito anos, e ela estava encurvada e não podia absolutamente endireitar-se. 12 Quando a viu, Jesus dirigiu-lhe a palavra e disse-lhe: “Mulher, estás livre de tua fraqueza.” 13 E pôs as suas mãos sobre ela; e ela se endireitou instantaneamente e começou a glorificar a Deus. 14 Mas, em resposta, o presidente da sinagoga, indignado porque Jesus fizera a cura no sábado, começou a dizer à multidão: “Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes, pois, vinde e sede curados, não no dia de sábado.” 15 O Senhor, porém, respondeu-lhe e disse: “Hipócritas, não é que cada um de vós, no sábado, desata da baia o seu touro ou o seu jumento e o leva para dar-lhe de beber? 16 Não era então apropriado que esta mulher, que é filha de Abraão, e a quem Satanás manteve amarrada, ora! por dezoito anos, fosse solta deste laço no dia de sábado?” 17 Pois bem, quando ele disse estas coisas, todos os seus opositores começaram a ficar envergonhados; mas toda a multidão começou a alegrar-se com todas as coisas gloriosas feitas por ele.

 

 

 

 

 

(Lucas 14:1-6) 14 E, numa ocasião em que entrou na casa de certo dos governantes dos fariseus, no sábado, para tomar uma refeição, eles o estavam observando de perto. 2 E eis que havia diante dele certo homem que padecia de hidropisia. 3 Assim, como resposta, Jesus falou aos versados na Lei e aos fariseus, dizendo: “É lícito ou não curar no sábado?” 4 Mas eles ficaram calados. Em vista disso, pegou no [homem], curou-o e [o] mandou embora. 5 E ele lhes disse: “Quem de vós, quando o seu filho ou touro cai num poço, não o puxa imediatamente para fora, no dia de sábado?” 6 E não lhe puderam replicar nestas coisas.

 

(João 5:1-16) 5 Depois destas coisas houve uma festividade dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 2 Ora, em Jerusalém, junto ao portão das ovelhas, havia um reservatório de água, denominado em hebraico Betsata, com cinco colunatas. 3 Nestas deitava-se uma multidão de doentes, cegos, coxos e os que tinham membros ressequidos. 4 —— 5 Mas havia ali também certo homem que já estava com a sua doença por trinta e oito anos. 6 Vendo este homem deitado e apercebendo-se de que já estava [doente] por longo tempo, Jesus disse-lhe: “Queres ficar são?” 7 Respondeu-lhe o doente: “Senhor, não tenho nenhum homem para pôr-me no reservatório de água quando a água fica agitada; mas, enquanto eu me chego, outro desce na minha frente.” 8 Jesus disse-lhe: “Levanta-te, apanha a tua maca e anda.” 9 Com isso, o homem ficou imediatamente são, e ele apanhou a sua maca e começou a andar. Ora, aquele dia era sábado. 10 Os judeus começaram, por isso, a dizer ao homem curado: “É sábado, e não te é lícito carregar a maca.” 11 Mas ele lhes respondeu: “O mesmo que me fez são disse-me: ‘Apanha a tua maca e anda. ’” 12 Disseram-lhe: “Quem é o homem que te disse: ‘Apanha-a e anda’?” 13 Mas o homem sarado não sabia quem ele era, porque Jesus se havia desviado, pois havia uma multidão no lugar. 14 Depois destas coisas, Jesus encontrou-o no templo e disse-lhe: “Eis que tens ficado são. Não peques mais, a fim de que não te aconteça algo pior.” 15 O homem foi embora e disse aos judeus que fora Jesus quem o havia feito são. 16 Assim, por esta razão, os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas durante o sábado.

 

(João 9:1-16) 9 Ora, quando ia passando, viu um homem cego de nascença. 2 E seus discípulos perguntaram-lhe: “Rabi, quem pecou, este homem ou os seus pais, de modo que nasceu cego?” 3 Jesus respondeu: “Nem este homem pecou, nem os seus pais, mas foi para que as obras de Deus fossem manifestas no seu caso. 4 Temos de fazer as obras daquele que me enviou enquanto é dia; vem a noite em que nenhum homem pode trabalhar. 5 Enquanto eu estiver no mundo, sou a luz do mundo.” 6 Depois de dizer estas coisas, cuspiu no chão e fez barro com a saliva, e pôs este barro sobre os olhos [do homem] 7 e lhe disse: “Vai lavar-te no reservatório de água de Siloé” (que é traduzido ‘Enviado’). E ele foi então e lavou-se, e voltou vendo. 8 Portanto, os vizinhos e os que anteriormente costumavam ver que ele era mendigo, começaram a dizer: “Não é este o homem que costumava estar sentado e mendigar?” 9 Alguns diziam: “É ele.” Outros diziam: “Absolutamente não, mas é semelhante a ele.” O homem dizia: “Sou eu.” 10 Conseqüentemente, começaram a dizer-lhe: “Como é que foram abertos os teus olhos?” 11 Ele respondeu: “O homem chamado Jesus fez barro e untou-me os olhos [com ele], e disse-me: ‘Vai a Siloé e lava-te. ’ Portanto, fui e lavei-me, e recebi visão.” 12 A isto He disseram: “Onde está esse [homem]?” Ele disse: “Não sei.” 13 Conduziram aos fariseus o próprio homem anteriormente cego. 14 Incidentalmente era sábado o dia em que Jesus fizera o barro e lhe abrira os olhos. 15 Esta vez, portanto, os fariseus também começaram a perguntar-lhe como recebera visão. Disse-lhes ele: “Ele pôs barro sobre os meus olhos, e eu me lavei e tenho vista.” 16 Portanto, alguns dos fariseus começaram a dizer: “Este não é homem de Deus, porque não observa o sábado.” Outros começaram a dizer: “Como pode um homem, que é pecador, realizar sinais desta sorte?” De modo que havia uma divisão entre eles.

 

 

Do sábado para o domingo

“Os domingos devem ser guardados para se servir a Deus com devoção.”

Veja, não estou afirmando isto acima Este é o Quarto Mandamento referente ao sábado conforme apresentado pela Igreja Católica. Estava nesta pesquisa minha lendo O recentemente publicado (Catecismo Para Adultos), em francês, explica: “O domingo cristão é celebrado no dia depois do sábado: no oitavo dia, quer dizer, no primeiro dia da nova criação. Adota os elementos essenciais do sábado, mas gira em torno da Páscoa de Cristo.”

Como se deu esta mudança de sábado para domingo? Veja o que descobri nesta minha pesquisa, deixo claro aqui toda a liberdade de você também pesquisar.

Embora o domingo fosse o dia em que Jesus foi ressuscitado, para os primitivos cristãos era um dia de trabalho como qualquer outro. Mas uma decisão do concílio eclesiástico de Laodicéia (de meados até o fim do quarto século EC) revela que, com o passar do tempo, o sábado judaico, no sétimo dia, foi substituído por um sábado “cristão” no domingo. Este cânon “proibia aos cristãos judaizar e ficar ociosos no sábado [judaico], e o dia do Senhor [o dia da semana em que foi ressuscitado] devia ser honrado do modo cristão”. Daí em diante, os adeptos da cristandade tiveram de trabalhar no sábado e refrear-se do trabalho no domingo. Mais tarde, exigiu-se que assistissem à missa no domingo.

Com o apoio das autoridades seculares, em pouco tempo proibiu-se em toda a cristandade o trabalho aos domingos. A partir do sexto século, os transgressores eram multados ou açoitados, e seus bois podiam ser confiscados. Ocasionalmente, os pecadores impenitentes podiam ser reduzidos à servidão.

Em certo sentido, as leis a respeito dum trabalho aceitável nos domingos eram tão complexas como as tradições que governavam o sábado judaico. Estava lendo nas minhas pesquisas O (Dicionário de Teologia Católica) fornece extensas explicações a respeito do desenvolvimento do casuísmo eclesiástico, e, entre as coisas proibidas, menciona trabalho servil, lavoura, processos jurídicos, feiras e caça.

Em paradoxo, recorreu-se ao sábado judaico para justificar essas proibições. A nova enciclopédia católica menciona as leis do Imperador Carlos Magno a respeito dos domingos: “A idéia sabadeadora, expressamente repudiada por S. Jerônimo e condenada pelo Concílio de Orléans, em 538, como judaica e não-cristã, foi explicitamente declarada no decreto de Carlos Magno de 789, que proibiu todo o labor no domingo como violação [dos Dez Mandamentos].” Assim, embora agradasse à Igreja ver as autoridades civis imporem o descanso no domingo, ela permitiu que este braço secular justificasse essas restrições à base dum fundamento legal que rejeitava, a saber, a lei mosaica a respeito do sábado.

Posição não-bíblica

Séculos antes, diversos Pais da Igreja, em especial Agostinho, haviam declarado corretamente que o sábado era um arranjo temporário, restrito aos judeus. Com isso, esses Pais da Igreja simplesmente adotavam o que as Escrituras Gregas Cristãs explicam, a saber, que o sábado faz parte do pacto da Lei, abolido pelo sacrifício de Jesus. — Romanos 6:14; 7:6; 10:4; Gálatas 3:10-14, 24, 25.

 

 

 

(Romanos 6:13-14) . . .. 14 Pois o pecado não deve dominar sobre vós, visto que não estais debaixo de lei, mas debaixo de benignidade imerecida.

(Romanos 7:6) 6 Mas agora fomos exonerados da Lei, porque morremos para com aquilo que nos segurava, para que fôssemos escravos num novo sentido, pelo espírito, e não no velho sentido, pelo código escrito.

(Romanos 10:3-4).... 4 Porque Cristo é o fim da Lei, para que todo aquele que exercer fé possa ter justiça.

 

(Gálatas 3:10-14) 10 Pois todos os que dependem de obras da lei estão sob maldição; porque está escrito: “Maldito é todo aquele que não continuar em todas as coisas escritas no rolo da Lei, a fim de as fazer.” 11 Além disso, é evidente que pela lei ninguém é declarado justo diante de Deus, porque “o justo viverá em razão da fé”. 12 Ora, a Lei não adere à fé, mas “quem os cumprir, viverá por meio deles”. 13 Cristo nos livrou da maldição da Lei por meio duma compra, por se tornar maldição em nosso lugar, porque está escrito: “Maldito é todo aquele pendurado num madeiro.” 14 O propósito foi que a bênção de Abraão, por meio de Jesus Cristo, fosse para as nações, a fim de que recebêssemos o espírito prometido, por intermédio da nossa fé.

 

(Gálatas 3:24-25) . . .A Lei, por conseguinte, tornou-se o nosso tutor, conduzindo a Cristo, para que fôssemos declarados justos devido à fé. 25 Mas agora que chegou a fé, não estamos mais debaixo dum tutor.

Estava lendo No contemporâneo (Vocabulário Bíblico), o teólogo protestante Oscar Cullmann é citado como admitindo que, “visto que Jesus veio, morreu e foi ressuscitado, as festividades do Velho Testamento já foram cumpridas, e conservá-las ‘significa retornar ao velho pacto, como se Cristo nunca tivesse vindo’”. Depois de se considerar este ponto válido, consegue-se ainda justificar a guarda compulsória do sábado?

Hoje em dia, autores católicos, em geral, procuram apoio em Atos 20:7, que menciona o “primeiro dia da semana” (domingo), em que Paulo se encontrou com seus companheiros para tomar uma refeição com eles. Todavia, este era apenas um pormenor. Nada neste texto, nem em outros versículos da Bíblia, indica que este relato se destinasse a ser um exemplo do que os cristãos deviam guardar, e certamente não indica uma obrigação. Sim, a guarda do domingo como um sábado não tem apoio bíblico.

Que descanso para os cristãos?

Embora os cristãos não sejam obrigados a guardar um dia semanal de descanso, não obstante, são convidados a guardar outra espécie de descanso. Paulo explica isso aos seus concristãos judeus por dizer: “De modo que resta um descanso sabático para o povo de Deus.... Façamos, portanto, o máximo para entrar naquele descanso.” (Hebreus 4:4-11) Esses judeus, antes de se tornarem cristãos, haviam seguido a Lei mosaica o mais escrupulosamente possível. Paulo não os incentivava agora a procurar a salvação por meio de obras, mas sim a ‘descansar’ das suas obras mortas. Doravante, deviam ter fé no sacrifício de Jesus, que é a única maneira pela qual a humanidade pode ser justa aos olhos de Deus.

Como podemos hoje mostrar a mesma consideração para com o ponto de vista de Deus? Devemos como humanos razoáveis, apreciar o descanso semanal do trabalho secular, em vigor em muitos países. Isto lhes concede tempo para passarem com a família e se revigorarem. Mais especificamente, porém, ser um período para outros empenhos cristãos. (Efésios 5:15, 16) Estes incluem reuniões e a participação no ministério público, visitar os moradores para transmitir informações bíblicas sobre o iminente tempo em que a humanidade usufruirá paz em toda a Terra.